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Teenage Fanclub volta ao Brasil para representar legítimo pop escocês
Teenage Fanclub volta ao Brasil para representar legítimo pop escocês
Postado em: 13/05/11
Por: djborest
   

A rotina de Norman Blake, guitarrista e vocalista do Teenage Fanclub, mudou um tanto desde que ele veio ao Brasil pela primeira vez. Entre os shows por aqui em 2004 e os que faz nesta quarta-feira (11) em São Paulo e quinta (12) no Rio de Janeiro, muita coisa aconteceu.

A mudança da Escócia para o Canadá em 2009 foi a principal alteração na vida do sujeito de 45 anos e fala tão mansa quanto as canções de sua safra mais recente, distribuídas nos discos "Man-Made" (2005) e "Shadows" (2010). Ele ficou mais distante dos três companheiros de grupo. E mais perto de quem realmente importa. "Minha mulher é canadense. Sinto falta da chuva, porque quase não chove aqui no norte do Canadá. Mas fora isso não há nada que sinta falta da Escócia", conta Blake por telefone ao G1, já instalado em um hotel paulistano.

O nome do festival (Whisky Festival) chama a atenção de Blake. "Na última vez que tocamos em um festival brasileiro, deram uma garrafa de uísque para cada um de nós...", lembra, deixando claro que não achará ruim se a cena se repetir.

Regado a uísque ou não, o legítimo pop escocês é o rótulo com o qual o músico mais se simpatiza. "Não somos parte de movimento nenhum. Sempre tivemos influências parecidas com o pessoal do grunge, mas daí houve certa associação com o britpop, no qual nós não nos encaixávamos. É mais fácil dizer que fazemos parte do movimento de Glasgow dos últimos vinte anos. Somos da mesma cena do Belle and Sebastian e Mogwai", resigna-se.

Com a ida para o Canadá, Blake conta que esta é a primeira vez que reencontra os companheiros "após alguns meses". "Minha mudança não afetou em nada a forma que a banda funciona. A internet faz com que seja mais fácil ficar em contato com eles, sabe? A gente vem tocando as mesmas canções por tanto tempo que basta se encontrar um dia antes do show, ensaiar três ou quatro músicas... É fácil relembrar tudo", explica.

Independentemente do estilo, o power pop romântico do Teenage Fanclub sempre teve um fã-clube formado por estrelas. Liam Gallagher, Thom Yorke e Kurt Cobain são alguns dos tietes que já declararam amor por álbuns como "Bandwagonesque" (1991), "Grand prix" (1995) e "Songs from Northern Britain" (1997). "Fico lisonjeado. Sempre aparece uma banda que diz que gosta da gente, como o Death Cab For Cutie recentemente", diz.

Embora dê a entender que grande parte do repertório já foi ouvida por aqui na primeira vinda do Teenage Fanclub, há novidades. "Como lançamos dois discos desde o último show no Brasil, com certeza vamos incluir músicas desses álbuns. É bom tocar músicas ao vivo que não tocamos da outra vez. Normalmente, o show dura 1h20. É tempo suficiente para tocar coisas de toda a carreira", adianta.

Os mil ingressos para o show na The Week, em São Paulo, acabaram em menos de um dia. "Ainda fico surpreso com esse tipo de notícia", relata. "Você nunca sabe quem vai querer ver você. Da última vez foi fantástico. Mas foi há muito tempo, nunca se sabe. É bom perceber que ainda há interesse."

Fonte: Globo.com

 

 



   

 

 

 
 
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